terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Quem sou eu ?

Quem sou eu? Pergunta que acho que inúmeras vezes fazemos a nós mesmo, talvez por incertezas ou por falta de segurança. Considero-se uma adolescente de personalidade forte, em que um debate parece inútil, quando o que importa é a minha opinião. Mesmo sendo assim, dou por mim em volta de incertezas, com vontade de ouvir o outro para poder refelctir sobre mim mesmo. Isso ajuda-me a aperfeiçoar, a pouco e pouco, vou-me apercebendo que é o que realmente quero. Gosto de poder ajudar alguém e isso não tem que ser necessariamente com actos, ás vezes o simples "escutar" vale muito mais, pois o que realmente muitos de nós necessitamos é de ser ouvidos.
Canso-me facilmente de monotonias e apelo á originalidade, nem que seja fazer uma pequena coisa diferente todos os dias. Desde um local em que é tudo calmo, como a agitação e a loucura de uma cidade. Até parece que sou inconstante ou uma amálgama de gostos, mas gosto de apreciar de tudo um pouco na vida, de saber saboreá-la. Acho que junto os opostos, logo isso faz com que me integre facilmente em qualquer meio.
Poderia falar de tudo aquilo a que dou valor, ou desgosto, mas acho que isso também acaba por perder a sua piada, afinal nós própios somos uma descoberta do dia-a-dia !

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Teatro da vida

Ligam-se as luzes, os olhos estão sob um palco, talvez seja uma representação teatral? sim, podemos considerar que sim . É um cenário cinzento, com pequenos rasgos de cor , como se quizessem sobressair . Talvez porque as mudanças existem e não nos contentamos com o negro ou cinzento, mas ambicionamos o diferente, o melhor. Entram os actores em palco, parece que ia ser um diálogo em que sentia-se vivamente o que cada um representava, um o "claro" outro o "escuro". (afinal a minha conversa é so cores , mas continuando ) Era como o perdão e a incompreensão, claro que já se sabe que são virtudes que unidas nunca dão certo. Mas não é este o conto que vou falar (..) Ao longo do tempo a incompreensão, torna-se num perdão e vê o lado colorido que o cenário tanto queria transparecer. Tudo parece perfeito, e até o é. Mas parece que existem sempre barreiras, mesmo quando tudo parece bem , os papeis são como invertidos. O que antes não ouvia, agora não é ouvido. Começa a sentir aquilo que sabia que existia e já o tinha feito, mas nunca o tinha sentido. Afinal deixou-se levar pela alegria das cores ...